Sobre a Saint Paul
Transformamos a vida das pessoas e a sociedade por meio do conhecimento, promovendo o melhor capital intelectual nas áreas de finanças, gestão e negócios. Neste Blog, apresentamos soluções para as principais dúvidas sobre desenvolvimento profissional, carreira e mercado, por meio de conteúdos exclusivos. Boa leitura!
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Está na hora do seu dinheiro começar a trabalhar por você!


Trabalhar por dinheiro saiu da moda. Ser feliz está na moda! As novas gerações entendem a importância de uma vida mais equilibrada e de termos um propósito menos fútil. Apesar de termos expectativas mais realistas e objetivos mais razoáveis, ainda precisamos de renda, pois ainda temos contas para pagar. Mas podemos contar com o próprio dinheiro para nos ajudar com estes compromissos ao longo do tempo.


É muito mais fácil ter dinheiro quando se tem dinheiro, portanto temos que nos programar. O dinheiro pode trabalhar para a gente, e quando bem aplicado, ele apresenta excelente retornos (especialmente no Brasil). Por outro lado, se mal aplicado, é um desperdício. Não importa se você tem muito ou pouco, se suas ambições são grandes ou pequenas, todos precisam entender como lidar com o dinheiro e como investir sabiamente. O mercado financeiro não é um monstro com sete cabeças. Aprenda o básico e saiba julgar quem te assessora no dia a dia. Aprenda muito, e tenha uma carreira com potencial promissor.

 

Mas por onde começar?


O Mercado de Capitais reúne aqueles que tem excedente de capital (economias e disposição para investir - investidor) e aqueles que precisam de capital (oportunidades e negócios onde investir capital - empreendimento). Note que o investidor financia o empreendimento diretamente, sem a intermediação de outros agentes como bancos ou agentes (que normalmente cobram uma taxa ou spread de risco).


O Mercado de Capitais pode ser de renda variável (instrumentos de ação) ou de renda fixa (instrumentos de dívida). Em outras palavras, o investidor pode comprar ações do empreendimento, ou pode comprar dívida do empreendimento. Saiba que os DOIS TÊM RISCO, pois os dois dependem do empreendimento, mas todo instrumento de dívida tem menos risco que um instrumento de ação, pois a dívida sempre recebe antes que o acionista. Simples assim.


Quando falamos de mercado de capitais de ação, pensamos na BOVESPA, a Bolsa de Valores de São Paulo. De uma maneira simples, tudo que é negociado na BOVESPA faz parte do mercado de capitais de ação, portanto ações, units, bônus de subscrição, qualquer derivativo de ação, etc. Mais recentemente, existe até quota de fundo de investimento sendo negociado na bolsa de valores (este mercado é enorme nos EUA) são os ETFs (Exchange Traded Funds).

 

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O mercado de capitais de dívida inclui as debêntures (mercado brasileiro), os bonds (no mercado internacional), notas promissórias, letras financeiras, os instrumentos de crédito que envolvem recebíveis como os CRIs, CRAs, FIIs, FIDCs. Há também os títulos do governo...


Como investir?


Porque alguém compra uma ação da OGX por 30 centavos? Porque este investidor acredita que pode vender por 40 centavos (e portanto ganhar dinheiro, neste caso, 10/30 = 33% - nada mal!!). Há de se separar aqueles que investem no curto prazo, com perfil especulativo, daqueles que investem no médio/longo prazo, com perfil fundamentalista. Vamos focar no perfil fundamentalista.


Investir em ações implica em entender o empreendimento. Usamos as informações disponíveis até o momento para avaliar a expectativa futura da empresa, seu posicionamento de mercado, sua habilidade de gerar caixa e rentabilidade. As principais análises que fazemos são análises de demonstrações financeiras, análises de múltiplos e eventualmente projeções econômico-financeiras. O objetivo é avaliar se o preço da ação está caro ou barato, se devemos comprar e quando devemos vender.


Investir em dívida implica em avaliar o risco de crédito do empreendimento. Esta análise é, em geral, mais fácil pois temos que avaliar se o empreendimento terá condições de honrar seus compromissos (análises de demonstrações financeiras e uma análise simplificada de projeções econômico-financeira) e se a dívida está cara ou barata (avaliação de benchmark). Talvez o maior risco de um investimento em renda fixa está na flutuação da taxa de juros de mercado quando a taxa de juros não é variável e o investidor não puder ficar no ativo até o vencimento.


O que fazer em 2017?


Em primeiro lugar, invista em você. Desmistificar esses conceitos é muito simples, e todos precisam conhecer um pouco de finanças, independente da sua especialidade ou campo de atuação. Seja o seu gerente financeiro.


Diversos agentes de mercados (bancos, economistas, etc) acreditam que a taxa de juros irá cair em 2017. Não sabemos dizer se de fato a taxa de juros vai cair e com qual velocidade (gostaria que fosse verdade). Se você quiser apostar nesta linha, invista em dívida com taxa de juros pré-fixada, embora a maioria já precifique esta tendência.


Investir em ações é um desafio, mas quando feito com perspectiva de longo prazo e de forma criteriosa tende a ser um investimento interessante. Os preços das ações recuperaram do seu ponto mais baixo, mas tem muito ainda para valorizar. Consulte um especialista se este perfil de investimento mais arrojado faz sentido com seus objetivos (de mais longo prazo).

Todos temos contas para pagar e presentes para comprar, mas faz sentido nos programarmos para deixar uma parte deste nosso rico dinheiro bem aplicado, Seja em ações ou dívida, trabalhando e rendendo para trabalharmos menos no futuro.
José Roberto Securato Junior
Sócio Fundador da Saint Paul Advisors & Saint Paul Capital Partners

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