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Gerir uma empresa há 10 ou 20 anos é muito diferente do que acontece nos dias de hoje e do que pode vir a ser no futuro. Isso se dá por vários motivos, entre eles, a globalização, a competitividade do mercado, a necessidade de diferenciação de ofertas, a mudança no perfil dos consumidores e, também dos colaboradores, e assim por diante. Tudo isso exige desafios de gestão e, por isso, é preciso estar atento para ter uma liderança eficiente e admirada.

 

Inteligência competitiva e novas tecnologias

 

Manter-se sempre atualizado sobre o que acontece no seu mercado, na concorrência e no país/mundo como um todo é um passo importante. Dessa forma, a implementação de técnicas, softwares e ferramentas que tragam ao executivo informações sobre tendências de mercado, projeção da taxa de juros para os próximos anos, ou dados sobre a concorrência é uma medida valiosa. O gestor precisa estar instrumentalizado para conduzir uma equipe, uma reunião ou uma negociação.

 

Gestão por rede

 

Outro ponto importante é avaliar seu modelo de gestão atual. O famoso top-down, em que manda quem está em cima e obedece quem está abaixo, já não funciona mais nos dias de hoje.

 

A gestão por redes ou relacionamento se refere à hierarquia e aos processos de redes de clientes, fornecedores, stakeholders e etc. Considerando que, ao mesmo tempo que esses públicos podem competir, eles também cooperam entre si.

 

Por exemplo, algumas empresas concorrentes podem se unir para desenvolver uma nova tecnologia que vai afetar diversos players. Isso deve ser feito por empresas apartadas das investidoras, mas com custo compartilhado. A Alelo, companhia brasileira de cartões-benefício para empresas de todos os tamanhos e cartões pré-pagos para consumidores em todo o país, é um exemplo disso.

 

O gestor do futuro deve estar atento a essas movimentações do mercado e avaliar o que pode ser feito para projetar sua companhia.

 

Conflitos de geração

 

Entre os desafios de gestão do líder está a capacidade de lidar com o conflito de gerações. O gestor tem que estimular a sua equipe a trazer resultados. E para isso, ele precisa dar o exemplo. Ele deve ser a primeira pessoa a demonstrar o seu envolvimento com o projeto e a sua vontade de alcançar os resultados.

 

É seu papel ser inspirador. Uma das formas de observar se a gestão está sendo eficiente é ao analisar se os colaboradores estão se espelhando em seu líder. Esse termômetro é fundamental para uma gestão de sucesso.

 

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Uma pesquisa realizada pelo professor norte-americano Wayne Hochwarter, da Florida State University College of Business, destacou os principais desafios da liderança, como os pontos que sob o ponto de vista dos colaboradores definem um mau chefe:

 

- 41% abominam o chefe com o hábito de empurrar trabalho em vez de ele mesmo fazer;
- 39% consideram péssimos chefes aqueles que não mantém as promessas;
- 37% desconsideram os líderes que não dão o crédito ao trabalho feito por alguém da equipe (pegando o mérito para si);
- 31% não valorizam o gestor que exagera ao falar das suas conquistas;

 

Sendo assim, o gestor do futuro deve sempre se lembrar de que a liderança é um importante catalisador no processo de mudança e, para isso, ele nunca deve esquecer de usar a inteligência financeira e os indicadores de evolução do negócio para saber se está indo na direção certa.

 

Quer se preparar para a gestão do futuro? Venha conhecer o MBA de Liderança e Gestão de Pessoas da Saint Paul.

Paulette Melo
Coordenadora Acadêmica

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