Cada vez mais a inteligência artificial está presente nas empresas. E sua vinda pode ser encarada de duas maneiras. A mais bem aceita é a de que ela facilita uma série de atividades em nosso dia a dia. Já a mais temida tem relação com os postos de trabalho que podem ficar obsoletos a partir de sua aplicação.

Antes de nos aprofundarmos em algumas questões, vamos explicar o conceito de inteligência artificial. Conforme relata Lilian Carvalho, professora e coordenadora da Saint Paul Escola de Negócios, significa colocar uma lógica em certas tarefas que executamos em nossa rotina.

“Por exemplo, alguém que lida com marketing tem que ler relatórios sobre como está o mercado. Dependendo das informações, ele pode adotar alguma ação de marketing. A partir dos dispositivos tecnológicos, as ações serão criadas automaticamente, com o uso de softwares”, comenta.

Outro exemplo prático de como as novas tecnologias agem por inteligência são os aplicativos de mobilidade urbana. Antigamente os motoristas de grandes centros recorriam às rádios de trânsito para saber quais vias evitar. Essas rádios eram abastecidas de informações repassadas por helicópteros que sobrevoavam a cidade.

Hoje isso se tornou praticamente obsoleto. Com aplicativos como o Waze, o mapeamento é feito automaticamente, a partir da geolocalização do condutor. O GPS do aparelho identifica a velocidade pela qual a pessoa passa na via e analisa se o trânsito está lento ou não naquele local. Conforme mais pessoas entram neste sistema, mais inteligência ele gera.

Se a inteligência artificial ajuda em atividades corriqueiras, ela também pode ser muito útil para as empresas. É aí que entra uma questão importante: como ela pode ajudar a entender melhor a forma de trabalho dos colaboradores de uma empresa? É o que vamos explicar a seguir!

 

Como a gestão nas empresas pode aliar as novas tecnologias e os colaboradores

Chegamos à terceira revolução industrial, que é a revolução da informação. As máquinas estão sendo ensinadas em como utilizar dados. Num cenário mais crítico, “tudo o que é mais automático ou repetitivo dentro de uma empresa tende a ser substituído por algoritmo ou software.” É o que explica a professora Lilian Carvalho.

Na verdade, o debate sobre a automatização do trabalho, a substituição do homem pela máquina e de tecnologias que geram grandes impactos ocorre desde a primeira revolução.

Lembra quando o computador substituiu as máquinas de datilografar? E os relatos sobre a chegada dos automóveis e as “aposentadorias” dos cavalos e carruagens? E as vídeo- locadoras, que foram substituídas por canais de assinaturas de filmes?

São vários os exemplos que podemos dar em relação a invenções que facilitam muito nosso dia a dia, mas também formaram movimentos de ruptura.

O contexto com as novas tecnologias não é diferente. Porém, elas contribuem com modificações mais complexas devido à sua alta capacidade tecnológicas. Diante dessa automatização do trabalho, as empresas são orientadas a agir de maneira construtiva, capacitando seus profissionais.

É importante mostrar a eles como as novas tecnologias podem ajudá-los em suas tarefas. E também antecipar futuros problemas relacionadas a elas.

 

Plano de carreira deve ser voltado para o futuro

Uma vez sabido e aceito que o caminho da inteligência artificial não tem volta, é preciso saber como ela pode ajudar no plano de carreira dos profissionais. A professora Lilian Carvalho comenta que é possível de duas formas.

A primeira é se dar conta que o mundo vai precisar cada vez mais de inteligência humana para elaborar os processos dos dispositivos tecnológicos. Ou seja, o intelecto vai ser cada vez mais necessário.

“O volume de dados que a gente consegue analisar é gigantesco, mas é preciso ter pessoas que saibam identificar isso. Neste quesito, os robôs ainda não têm a capacidade de aprender sozinhos, eles precisam aprender com um humano.”

Ela ainda usa como exemplo a Amazon. A empresa contrata cientistas de dados num volume impressionante. Isso para que eles analisem todas as informações fornecidas pelas novas tecnologias.

O segundo ponto é o profissional pensar em oportunidades de negócio para as aplicações das novas tecnologias. Ainda não sabemos tudo o que pode ser criado com a automação. Por isso, quem sair na frente e enxergar o que ela pode fazer com certeza vai gerar negócios milionários!
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Gostou de saber como as empresas devem lidar com a automatização do trabalho? Seu negócio está preparando seus colaboradores para a terceira revolução industrial? Deixe seu comentário! Para ler mais conteúdos sobre gestão nas empresas, acesse nosso blog!

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