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Na rotina corporativa, é muito comum encontrar dúvidas sobre as diferenças em relação a esses dois conceitos. Afinal, um gestor deveria ser um líder, assim como liderar exige uma boa gestão. O grande ponto de conflito é que a função de liderança e a de gestão não são a mesma coisa e, em muitos casos, não caminham lado a lado.

 

Para entender melhor, é preciso voltar um pouco no tempo. O século XX foi um grande formador de gestores. Foram desenvolvidos processos e modelos para organizar as atividades e fazer com que as empresas e seus colaboradores funcionassem como “reloginhos”. Para isso, surgiram as estruturas hierárquicas e piramidais, de modo que ficasse claro a linha de comando de uma organização.

 

Os resultados obtidos por diversos gestores do século passado foram brilhantes e refletiram no alcance dos objetivos das companhias, como aumento de receita e a construção de organizações sólidas e renomadas.  

 

Só que na virada do século, com o “boom” da bolha da internet, o mundo se tornou global. As pessoas mudaram e uma nova geração de profissionais foi se desenvolvendo para, muito em breve, ocupar postos de liderança nas organizações.

 

A geração millennials (nascidos entre 1980 até meados da década de 90) trouxe consigo o questionamento sobre os modelos gerenciais existentes nas empresas. Neste sentido, fica claro as principais diferenças entre liderança e gestão nos dias de hoje.

 

Pessoas X processos: o que considerar no planejamento estratégico das empresas?

 

A liderança foca em ajudar as pessoas a entenderem para onde a organização está indo e por quê escolheu esse caminho. A gestão apoia no entendimento do que é preciso fazer para ajustar o curso e chegar até o destino definido.

Embora diferentes, ambas são fundamentais para o sucesso de uma empresa. Seria a mesma coisa que questionar se um atleta deve ter mais força ou velocidade. Os dois pontos são críticos para o sucesso.

 

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Costuma-se dizer que a liderança é um modelo de vida. É um jeito de estar, ser, sentir e agir, a qual tira a atenção somente de si e se preocupa também com o desenvolvimento da equipe, enquanto os gestores usam as pessoas e a organização para atingirem suas metas pessoais. Muitos não acreditam que em resultados diferenciados por meio da evolução da equipe. Seu foco são os processos.


Principais diferenças entre líder e gestor


Líder

Gestor

Foca na equipe

Prioriza a atividade

Trabalha com cultura e visão

Trabalha com meta

Desenvolve pessoas

Desenvolve processos

Precisa de autoconhecimento

Precisa de método


O papel do líder


O segredo para ser um bom líder, basicamente, gira em torno de um ponto: desenvolver estratégias assertivas para gerar resultados para a empresa por meio do desempenho da equipe.


Parece simples? Mas na prática o desafio é muito complexo. Isso porque uma empresa é feita de pessoas. E os indivíduos não são máquinas que só obedecem comandos. Ao contrário, é preciso saber como lidar com cada tipo de colaborador e adequar a liderança para ser eficiente com cada um.


Imagine, por exemplo, que boa parte da sua equipe é formada por profissionais com perfis antagônicos ao seu, ou seja, você é mais direto, assertivo e prático e sua equipe é mais reflexiva e tende a avaliar sempre o que pode dar errado antes de agir. Se você não tiver habilidade para lidar com as divergências e não conhecer profundamente que tipo de profissional é, possivelmente, seu dia a dia vai ser um desastre, marcado por constantes atritos e conflitos.


Alguns testes como MBTI (Myers-Briggs Type Indicator), também conhecidos como testes de nivelamento de perfil, são indicados para ajudar a determinar o tipo de personalidade de cada indivíduo e assim descobrir o tipo de inteligência emocional da equipe e o seu próprio. Isso é fundamental para pensar sobre o problema e definir trabalhos em conjunto com os perfis antagônicos.


Exercer a liderança de forma correta e gerir pessoas de maneira inspiradora é um trabalho que exige tempo, dedicação e muito aprendizado. E quando isso acontece existe a gestão de pessoas e liderança de negócios.


Uma gestão com liderança falha pode comprometer os resultados financeiros da empresa, gerar insatisfações em clientes (e até mesmo a rescisão de contratos, em alguns casos) e contribuir para a alta rotatividade de profissionais, o que, sem dúvida, gera perdas valiosas para a organização.


Por isso, um bom líder requer mais do que excelentes conhecimentos técnicos e operacionais. A liderança de sucesso está baseada essencialmente em três pilares: autoconhecimento, comunicação e trabalho em equipe.

 

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O profissional que deseja se tornar um líder dentro de uma organização deve, antes de tudo, se capacitar para isso. Algumas pessoas nascem líderes, mas essa é uma competência que pode ser desenvolvida por meio de estudo.


Portanto, busque o apoio de uma instituição de ensino que seja referência na formação de líderes no mercado de trabalho e prepare-se para se diferenciar em sua carreira. Conheça o curso

Paulette Melo
Coordenadora Acadêmica

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